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...sou aquilo que me der na telha e que se assemelha ao que você bem entender. (Jay Vaquer)
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Eu ainda escrevo

Tentando compreender as peças que o destino me pregou, eu escrevo...
Tentando desabafar as mágoas que o tempo não apagou, eu ainda escrevo...
E tentando escrever algo que seja compreensível para aqueles que não me conhecem ou até para aqueles que conhecem... eu descobri que minto.
Minto para aqueles que não suportam a verdade;
Minto para me proteger;
Minto para que leiam o que eu desejo que seja lido.
E, então, eu leio palavras de outras pessoas...
Porém... as leio com malícia.
A doce malícia de quem escreve...
E penso: ele também tem algo a dizer.
Algo implícito, algo preso nessas palavras, algo que quer saltar!
Tentando interpretá-los começo a me encontrar dentro dos versos alheios.
Descubro sempre um pouco de mim em versos... mesmo que sejam alheios!
No que leio, no que escrevo...
Sempre me encontro de algum modo.
Presa por palavras que ousam se camuflar eu continuarei a escrever e a ler.
Só assim continuarei a me encontrar.

(Amanda Carvalho)

2 comentários:

Lais M. disse...

Oi amanda qrida.
Estou te seguindo ha algum tempo.

E voltei pra ler seu novo post, que por sinal diz é perfeito.

Digo-lhe que do mesmo modo como vc se encontra em palavras alheias, cá eu eu me encontrando nas suas ^^

Parabens pelo capricho no blog!

bejinhos

Um homem qualquer disse...

UAU!

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